MEMÓRIAS DE IGREJAS E MONUMENTOS

Memórias que atravessam o tempo.

Foto de Chalé Simionatto
Chalé Simionatto

Bem-vindo ao Chalé Simionatto É um prazer apresentar a você a encantadora casa que é o lar da família Jansen-Simionatto há gerações. Construída com amor e dedicação pelo Senhor Alfredo Jansen, descendente de alemães, esta bela residência levou cerca de 2 anos para ser concluída. Conhecida afetuosamente como "o chalé", esta casa é um verdadeiro tesouro familiar, passando de pai para filho ao longo de três gerações, e agora se prepara para ser apreciada pela quarta. Depois de quase 50 anos, o neto do Senhor Alfredo, Felipe Simionato, e sua esposa, a Dra. Aryadyne Szesz, decidiram restaurar este refúgio com carinho e atenção aos detalhes, restaurando a com materiais verdadeiros como, pedras, madeira de lei, vidros e mobília recuperada da época, trazendo-o de volta à vida no ano de 2025. Venha descobrir a história, a tradição e o amor que permeiam cada canto desta encantadora casa!

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Foto de Paróquia São Cristóvão
Paróquia São Cristóvão

Paróquia São Cristóvão A história da Paróquia São Cristóvão teve início em maio de 1952, com a criação da capelania da Rede Viação Paraná–Santa Catarina. Desde os seus primeiros passos, a comunidade local demonstrou forte espírito de fé, participação e compromisso, características que impulsionaram seu crescimento e fortalecimento ao longo dos anos. Esse dinamismo culminou, em setembro de 1965, com a elevação da capelania à categoria de Paróquia. Antes mesmo dessa elevação, importantes marcos já faziam parte de sua trajetória, como a inauguração do Cine Teatro Pax, em setembro de 1964, espaço que marcou a vida cultural, social e religiosa da comunidade. Com a criação oficial da Paróquia, teve início a construção da nova Igreja Matriz, que foi solenemente inaugurada em 30 de abril de 1972, tornando-se um símbolo de fé, acolhimento e unidade para todos os fiéis. Ao longo das décadas, a Paróquia São Cristóvão ampliou sua estrutura e sua missão pastoral com a construção do centro comunitário e do clube paroquial, espaços que fortaleceram a convivência, a solidariedade e o serviço à comunidade. Esses ambientes continuam sendo locais de encontro, partilha e vivência cristã. Inicialmente, a paróquia foi atendida pastoralmente pelos Freis Capuchinhos da OFMCap, cuja presença marcou profundamente sua identidade e espiritualidade. Posteriormente, a missão foi confiada aos padres diocesanos seculares, que deram continuidade ao trabalho pastoral, sempre com dedicação e zelo, acompanhando as transformações da comunidade ao longo do tempo. A vida paroquial é enriquecida pela atuação de diversas pastorais, movimentos e serviços, que contribuem ativamente para a evangelização, a formação cristã e o cuidado com as famílias, crianças, jovens e idosos. Essa organização pastoral reflete o compromisso da Paróquia São Cristóvão com a vivência do Evangelho e com a promoção da dignidade humana. Entre suas tradições mais marcantes, destaca-se a Festa de São Cristóvão, celebrada anualmente com a bênção dos motoristas. Essa celebração expressa a devoção ao padroeiro, reconhecido como protetor dos viajantes, e reforça a importância do cuidado com a vida e da responsabilidade no trânsito. Este memorial registra a caminhada de fé, trabalho e esperança da Paróquia São Cristóvão, construída por sacerdotes, lideranças e fiéis que, geração após geração, dedicaram suas vidas à missão de evangelizar, servir e manter viva a presença de Deus na comunidade. Texto adaptado da fonte original: https://www.diocesepontagrossa.org.br/paroquia/paroquia-sao-cristovao-ponta-grossa-oficinas

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Foto de Escola Municipal Professora Maria Antonia de Andrade - Educação Infantil e Ensino Fundamental
Escola Municipal Professora Maria Antonia de Andrade - Educação Infantil e Ensino Fundamental

Memorial em Construção.

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Foto de Centro Municipal de Educação Infantil Professora Dinailce Cândido Cordeiro
Centro Municipal de Educação Infantil Professora Dinailce Cândido Cordeiro

Memorial em Construção.

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Foto de Paróquia Sant’Ana - Catedral
Paróquia Sant’Ana - Catedral

A história da Catedral Sant’Ana confunde-se com a própria origem da fé católica em Ponta Grossa. Em 15 de setembro de 1823, Dom Pedro I criou a Paróquia dedicada a Sant’Ana, inicialmente instalada na Capela da Telha, tornando-se a 9ª Paróquia do Estado do Paraná. Devido à localização pouco favorável, a comunidade foi transferida para o local onde hoje se encontra a Catedral. No início, foi construída uma pequena e simples capela, com um altar singelo que abrigava a imagem de Sant’Ana. O primeiro vigário, Pe. José Pereira da Fonseca, esteve à frente da Paróquia entre 1825 e 1837, conduzindo os primeiros passos dessa comunidade de fé que, aos poucos, crescia juntamente com a cidade. Ao longo do século XIX, a igreja passou por ampliações para acompanhar o desenvolvimento populacional. Em 1863, a antiga capela deu lugar a uma igreja maior e melhor estruturada. Diversos vigários assumiram a Paróquia ao longo dos anos, contribuindo para sua organização pastoral e espiritual. Em 1923, sob a condução do Pe. Martinho Weber, a Igreja Matriz foi totalmente reconstruída pelo arquiteto italiano Nicolau Ferigotti, adquirindo um aspecto imponente e tornando-se um marco arquitetônico e religioso, dominando do alto a paisagem urbana. Com a criação da Diocese de Ponta Grossa, em 10 de maio de 1926, a Matriz de Sant’Ana foi elevada à categoria de Catedral, assumindo oficialmente seu papel como Igreja Mãe da Diocese. A partir desse momento, a Catedral tornou-se centro de referência para a vida religiosa, pastoral e administrativa da Igreja local. Diante do crescimento da cidade e das novas necessidades pastorais, no final da década de 1970 iniciou-se o projeto da construção de uma nova Catedral. Após estudos, campanhas e decisões pastorais, a antiga Catedral foi demolida, dando lugar a uma nova edificação, mais ampla e preparada para acolher o povo de Deus dos tempos atuais. Foram cerca de 30 anos de construção e reformas, marcados pelo esforço conjunto de bispos, padres, religiosos, lideranças leigas e milhares de fiéis. Esse longo processo foi coroado em 23 de julho de 2009, com a solene celebração de dedicação da Nova Igreja Catedral, presidida pelo Núncio Apostólico Dom Lorenzo Baldisseri, representante do Papa Bento XVI no Brasil, e pelo Bispo Diocesano Dom Sérgio Arthur Braschi, com a presença de bispos, clero, autoridades civis e grande participação do povo. A atual Catedral Sant’Ana possui cerca de 2.250 m² de área interna, capacidade para 1.200 pessoas sentadas e uma altura total de 61,9 metros até a cruz. Seu subsolo abriga o ossário, o museu, espaços de apoio e estacionamento, consolidando-se como um importante centro religioso, cultural e histórico. A construção da Catedral foi fruto da generosidade e da fé de milhares de pessoas, por meio da Ação Evangelizadora Nossa Igreja Mãe, que mobilizou toda a Diocese de Ponta Grossa. Essa campanha expressou a comunhão, a transparência e o espírito missionário da Igreja, envolvendo famílias, empresas, comunidades e até colaboradores de outros credos. Hoje, a Catedral Sant’Ana é um símbolo de fé, acolhimento e unidade, referência da religiosidade católica nos Campos Gerais e importante ponto do turismo religioso da região. Como Igreja Mãe, permanece aberta a todos, acolhendo filhos e filhas de Deus que buscam conforto, esperança e a intercessão de Sant’Ana. Este memorial registra a caminhada de fé, perseverança e amor que construiu a Catedral Sant’Ana, testemunho vivo da história da Igreja e do povo de Ponta Grossa. Texto adaptado da fonte original: https://www.diocesepontagrossa.org.br/paroquia/paroquia-sant-ana--catedral-ponta-grossa-centro

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Foto de Monumento Artístico – "Pensador"
Monumento Artístico – "Pensador"

Esculpido em mármore travertino, o "Pensador" representa a pausa diante da eternidade. Uma homenagem à memória, à reflexão e aos laços que permanecem além do tempo. Com linhas sólidas e expressão serena, esta obra convida à contemplação silenciosa — um espaço simbólico onde a saudade encontra a arte.

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Foto de Basílica de Nossa Senhora Aparecida
Basílica de Nossa Senhora Aparecida

A história da Basílica de Nossa Senhora Aparecida tem início em 1717, quando pescadores encontraram, nas águas do rio Paraíba do Sul, a imagem de Nossa Senhora da Conceição. A partir desse acontecimento simples e profundamente marcante, nasceu uma devoção que cresceu ao longo dos séculos e se espalhou por todo o Brasil, tornando Aparecida o maior centro de peregrinação mariana do país. Com o aumento da fé e da devoção popular, em 1745 foi construída a primeira capela para abrigar a imagem, no Morro do Coqueiro. Ao longo dos anos, esse espaço foi sendo ampliado para acolher os fiéis que chegavam em número cada vez maior. Em 1888, a igreja foi oficialmente transformada na chamada Basílica Velha, marco fundamental da história religiosa do Brasil. O reconhecimento da importância espiritual do local veio em 1908, quando o Vaticano concedeu à igreja o título de Basílica Menor, sendo a primeira do Brasil a receber essa honra. Em 1930, Nossa Senhora Aparecida foi proclamada Padroeira do Brasil, fortalecendo ainda mais a devoção nacional à Mãe Aparecida. Com o crescimento contínuo das romarias e peregrinações, a Basílica Velha tornou-se pequena para acolher os milhões de fiéis que visitavam o santuário. Assim, na década de 1950, teve início a construção de uma nova e grandiosa basílica, projeto idealizado pelo arquiteto Benedito Calisto de Jesus Neto, concebido para ser um espaço de acolhimento, fé e expressão da devoção mariana. Em 1980, a Basílica de Nossa Senhora Aparecida, também conhecida como Santuário Nacional, foi solenemente inaugurada e consagrada pelo Papa São João Paulo II, consolidando-se como o maior santuário mariano do mundo. Desde então, o complexo do santuário segue em constante expansão, com a criação de espaços como a Passarela da Fé e diversas estruturas de apoio aos peregrinos. Hoje, a Basílica de Nossa Senhora Aparecida é um símbolo vivo da fé do povo brasileiro, local de encontro, oração e esperança. Milhões de devotos passam por este santuário todos os anos, reafirmando sua devoção à Padroeira do Brasil e perpetuando uma história marcada por fé, milagres e gratidão. Este memorial registra a trajetória de devoção e amor que transformou um simples encontro no rio em um dos maiores símbolos da fé cristã no mundo.

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